
Em 2025, os sete Centros Estaduais de Convivência da Família (CECFs) e do Idoso (Ceci), mantidos pelo Governo do Amazonas, sob administração da Secretaria de Estado da Assistência Social e Combate à Fome (Seas), realizaram 1.486.380 de atendimentos. Esse resultado excede em 297,28% a meta estabelecida para o ano, que era realizar 500 mil atendimentos, demonstrando a eficácia das estratégias implementadas e o comprometimento coletivo com a ampliação do suporte socioassistencial.
Compromisso com Vínculos Familiares e Comunitários
As unidades sociais do Governo do Amazonas reafirmaram seu compromisso no fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, oferecendo acolhimento e acesso a serviços essenciais para pessoas em vulnerabilidade e risco social, com foco nas crianças, mulheres e idosos.
Importância das Unidades Sociais
A secretária da Seas, Kely Patrícia, destacou a relevância das unidades sociais no fortalecimento de vínculos familiares e comunitários para a sociedade amazonense, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade.
Atividades Oferecidas
Situados em várias zonas de Manaus, os Centros oferecem campanhas sobre saúde, educação e cidadania; palestras e rodas de conversa; cursos de qualificação e alfabetização; apresentações artísticas, dança, oficinas, bazares; torneios esportivos, gincanas, passeios culturais e turísticos, além de caminhadas e atividades de lazer.
Histórias de Vida
Os Centros de Convivência da Família e do Idoso (Ceci) são janelas de oportunidades para os frequentadores das comunidades, oferecendo acolhida, convivência, aceitação, bem-estar e novas amizades.
Caso da Professora Mirian Rocha
Há mais de três anos, o Centro de Convivência 31 de Março passou a fazer parte da rotina da professora Mirian Rocha, que levou familiares para atendimentos e, em 2025, acompanhou a sobrinha Alana Viana nas aulas de ballet, com resultados positivos em comportamento e rendimento escolar.
Caso de Raiane dos Santos
Raiane dos Santos, mãe de três filhas, relatou que sua gravidez em 2025 foi saudável graças aos exercícios orientados no Centro, destacando a importância das atividades físicas e da convivência respeitosa.
Caso de Antonio de Oliveira Rufino
Antonio Rufino, de 71 anos, encontrou acolhimento e novas amizades no Ceci após a viuvez, participando de atividades esportivas, palestras e aulas de memória.
Política de Proteção Social
De acordo com a coordenadora dos Centros, Rita Abecassis, todas as unidades foram criadas para oferecer às famílias uma política de Proteção Social Básica, visando a convivência e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
Gestão Compartilhada
O trabalho realizado nos Centros Estaduais de Convivência conta com gestão compartilhada e intersetorial com órgãos como Sejusc, Cetam, Sec e FUnATI, ampliando o alcance e a qualidade das ações.
